Europa, meu bem

Hoje, fui encontrar o Caio, um dos meus amigos mais sinceros. Ele embarca para uma temporada de dois meses (ou menos, ou mais) em solos europeus. Não existe ser mais corajoso, cheio de idéias doidas e com vontade para colocá-las em prática do que ele. Morro de inveja da coragem dele e da capacidade de sonhar e fazer acontecer. É, tenho orgulho dos amigos que tenho.

Esse ano é ele. Ano que vem, se tudo der certo, sou eu.  Enquanto isso, fico aqui, roendo as unhas de inveja e torcendo para que ele faça o que eu pedi para ele fazer. Boa viagem, amigo. E fica uma dica: a Alanis pode vir com a turnê uma vez para cá, mas seus sonhos, sua memória (cof, se ele lembrar de algo) e sua juventude vão sempre agradecer essa sua viagem, pode acreditar.

Enquanto isso, me manda uns e-mails com frases politicamente incorretas que só você sabe dizer.

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Mallu Magalhães e Marcelo Camelo namorando…

Fiquei bege quando li a manchete. Acho os dois ótimos artistas (prefiro Camelo com Los Hermanos, é verdade), mas nunca imaginei os dois juntos. Não sou uma pessoa preconceituosa, mas vamos pensar juntos: será que um relacionamento de uma menina de 16 anos e de um cara na casa dos 30 vai para frente?

As entrevistas que li e vi dela, me mostraram uma menina bem menina mesmo. Por mais prodígio que Mallu seja, ela e Marcelo têm rotinas bem distantes. Assim como problemas, desafios… Essa diferença, nessa idade, acaba pesando um hora ou outra, não? Bom, mas quem sou eu para ficar comentando a vida alheia, não é mesmo? Mas eu queria ser uma mosquinha para ver a cara dos pais dessa criança quando souberam que a filha estava namorando um cara de 30.

By the way, lembrei-me de algo: Mallu não estava namorando Helio Flandres, o vocalista do Vanguart até pouco tempo atrás? Era isso o que dizia a Bravo de outubro.

Pensando em faltar na pós…

As pessoas que me conhecem sabem o quão caxias eu sou com estudos. Só falto por decreto e quando é mais do que necessário. Porém, na próxima terça, estou pensando seriamente em abortar o plano de ir na pós para conhecer uma pessoa ao vivo. O nome dela é Cristiana Guerra. Cris, como muitos a chamam, vai lançar em São Paulo o livro Para Francisco, com textos do blog que a tornou uma espécie de celebridade nacional.

Uma pena que ela tenha sido reconhecida por uma triste (porém bela) história: faltando dois meses para o nascimento do seu primeiro e desejado filho, o seu marido faleceu. Para colocar a dor para fora e ao mesmo tempo manter a memória do homem que amava, Cris começou o blog que você consegue acessar pelo link aqui ao lado.

Não a conheço, mas admiro sua força diante da dor. Será que eu apareço na livraria para comprar o livro e falar pessoalmente tudo isso? Sei que parece tietagem, mas quem lê o blog assiduamente deve sentir o mesmo que eu. A delicadeza das palavras dela me levaram às lágrimas em diversos momentos. Às vezes, me dava uma vontade de oferecer colo, ombro e um ouvido para ela…

Espero que o livro venda muito. Ensinamentos como o de Cris Guerra nunca são demais.

Desafios

Estava há quase 4 anos trabalhando no mesmo lugar. Não que eu não gostasse do que eu fazia, pelo contrário. Trabalhava com cultura, um assunto mega interessante e que me atrai muito. Sou uma apaixonada pelas artes desde muito cedo. Porém, aquilo não me desafiava mais. Sem falsa modéstia, muitas das coisas que fazia, já colocava os pés nas costas.

Há duas semanas, comecei no emprego novo. Estou adorando não ser a referência, não ter respostas para tudo e ser aquela que pergunta tudo. Gosto muito de estudar e aprender e precisava de um frescor na minha vida profissional. Odeio me sentir acomodada e por isso resolvi mudar. Precisava de uma rotina nova, conhecer novos campos de atuação. Esses primeiros dias foram bem bacanas e estimulantes. Espero que eles continuem por um bom tempo.

PS: apesar de gostar das novidades, também sou apaixonada pelo saudosismo. Resolvi recuperar minha paixão por Jack Johnson. =D

Por que eu não fico quieta?

Sabe aquela necessidade enorme de falar? Pois é, já vi muita cara feia por causa dessa minha mania. Ultimamente, tenho sido acusada de racista ou preconceituosa. Tudo porque eu acho que a cobertura das eleições dos EUA é racista.

Explico: aqui no Brasil, 90% das matérias que li, ouvi e vi sobre a vitória de Obama o colocavam na situação de o negro que vai salvar o mundo. Sim, assim. Eu prefiro ele e acho que a vitória foi bacana. Afinal, depois de anos, é bom que o governo saia da mão de um republicano que só fez merda, certo? Além disso, um negro ser eleito no País onde foi criada a Kux Kux Klan e outros movimentos odiosos, é realmente um feito. Porém, nossos coleguinhas preferem colocá-lo como esperança do mundo pela sua cor de pele. Gente, não é pela cor de pele que ele será melhor ou pior! Ele vai ser bom por causa de suas idéias! Não me importa se ele é negro, branco, amarelo, rosa, verde ou qualquer outra cor.

Foram bem poucos os veículos que falaram sobre seus planos para o governo. Por isso me revolto.

O que me deixa mais revoltada são os comentários de Lula, mas isso, fica para uma próxima…