Arte não é para ser vista?

Nos dias de hoje, acho um tanto quanto surreal uma família ter em casa obras de arte de pintores do porte de Cândido Portinari, Tarsila do Amaral e Orlando Teruz. Mas isso acontece. A família Maksoud, quatrocentona da sociedade paulistana nega a minha imaginação.

No final de semana, eles foram vítimas do um assalto que levou essas obras e algumas outras riquezas da família embora.

Hoje, os jornais noticiaram que os quadros foram encontrados, largados, embrulhados em pedaços de papel. Fico me perguntando: será que as pessoas que roubaram, no momento que levaram, se deram conta da importância dos objetos? Ou será que eles só descobriram o tamnho da encrenca depois que viram as notícias nos principais jornais do País?

Outra coisa que me questiono é: por que, num País como o nosso, tão carente de cultura, as pessoas prendem esse tipo de objeto em casa? Por que não doar isso para os nossos falidos museus, exigindo em troca que eles sejam abertos para o público e conservem suas instalações e objetos de arte da melhor maneira possível?

Desse jeito, as coisas nunca vão andar nessa terra.

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2 comentários sobre “Arte não é para ser vista?

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