Teoria da conspiração

Sou um pouco nerótica e sempre crio histórias na minha cabeça. Não importa qual seja o assunto.

Li algumas coisas sobre o médico do Michael Jackson e, ao que tudo indica, o cara não parece ser o ser mais santo do mundo. Várias dívidas, uma carinha suspeita… hummm, sei não.

Rapidamente, minha mente neurótica começou a pensar: aí, tem. Primeiro que, se ele fosse inocente, não teria sumido no dia da morte do cara, né?

Bom, o Brasil estava uma zona no dia. Notícias sobre o Senado e a família mafiosa de Sarney explodindo mais do que o normal. Bum. Morre Michael! O Jornal Nacional, assim como todos os veículos do mundo, mudaram o foco e fizeram retrospectivas da vida do cara. Hum… será que Sarney tem amigos lá fora? Será que ele é truta do médico do Michale? Sei não, viu?!

E lá se foi Michael Jackson

Ontem, assim como o mundo inteiro está divulgando, morreu o Rei do Pop, Michael Jackson. Posso parecer fria, mas acho que perdemos somente o passado dele e não creio que ele tinha muito mais a oferecer ao mundo das artes (veja bem, estou falando sobre o artista e não sobre a pessoa).

Desde a década de 90, ele não produzia mais nada a não ser escândalos e polêmicas. Creio até que ele foi poupado de uma humilhação morrendo antes da turnê que estava agendada ainda para esse ano. Ele não tinha mais voz, nem mesmo a mesma flexibilidade com o corpo.

Sem dúvida alguma Michael foi um puta de um artista, desde que começou ao lado dos irmãos. Revolucionou a dança, o mundo dos clipes e tem sucessos que me arrepiam até hoje. Mas era triste vê-lo nos últimos tempos.

Michael se perdeu na sua loucura e criou um mundo cada vez mais seu. Só ele entendia suas ações e suas motivações.

É bom que ele seja lembrado por sua colaboração para a música e não termine sua vida com mais polêmicas e notícias tristes.

Vá com Deus e meu Ipod agradece pelas criações.

Diploma – tê-lo ou não tê-lo?

Desde a semana passada, boa parte dos meus colegas jornalistas andam furiosos com o sr Gilmar Mendes, que decidiu que não precisamos de diploma para exercer a função.

Fico muito feliz com isso porque, pelo o que sei, o sr Mendes nunca fez uma faculdade de jornalismo para saber se é necessário passar pelo curso ou não. Acho ótimo que todo mundo ache que jornalista é aquela pessoa que sabe escrever bem e é capaz de revisar os textos da família.

Estudei 4 anos e tenho um milhão de críticas ao curso. Acho realmente que uma faculdade não prepara o aluno para o que ele irá enfrentar na sua carreira profissional. Porém, acho que precisamos passar por algumas aulas para ter uma leve noção do que iremos ver pela frente.

Creio que o sistema universitário como um todo precisa de uma reforma urgente. Não dá mais para seguir o mesmo padrão que nossos avôs usavam. Porém, acabar com a obrigatoriedade do diploma não adianta de nada.

Sr Gilmar, também acredito que não é necessário fazer faculdade para exercer o seu papel. Basta falar um monte de besteiras e aprender a interpretar o texto como bem entender. Nem precisava pagar uma nota por ano para a OAB.

Fase parada…

Estou numa fase sem inspiração para escrever. Sabe quando parece que você perdeu os assuntos? Estou assim. Não consigo pensar em nada. Ontem, ao sair pra jantar com o meu eterno namorado, tive alguns momentos de silêncio. Ainda bem que era com ele. Não temos problemas em dividir o silêncio. Com ele, isso nunca é desconfortável. Falando ou mudos, nos damos bem.

Encontro Marcado

Quem já leu as histórias do Penadinho quando era pequenino conhece bem a Morte e lembra dos quadrinhos em que ela perseguia suas vítimas com toda a força de vontade até alcançar seu objetivo.

Lembrei disso hoje ao ler uma notícia no G1. Uma italiana que perdeu o voo da Air France morreu num acidente de carro na Áustria. Imagino a revolta da sua alma. Como ela deve estar revoltada! Ela devia estar comemorando que conseguiu passar a perna na Dona Morte , mas o encontro estava marcado e ela só ganhou uns dias extras e um curva a mais.

É… quando as coisas têm que acontecer, elas realmente acontecem.

Tudo o que eu queria era um doce…

Tem coisas que acontecem com mulheres que só as outras mulheres entendem. Vontade compulsiva por doce é uma dessas coisas. De vez em quando bate e entramos em desespero. Não, isso não é um exagero.

Pois bem, hoje eu tive isso assim que terminei meu almoço. Começou a me dar siricutico por um pedaço de bolo de chocolate. Resolvi meu problema pela internet, pedindo um Devil’s Food Cake, do America. Só pelo nome da criança você já pode ter idéia do quão apetitoso ele é.

Finalizei a compra e veio o recadinho: nosso atendente entrará em contato para confirmar seus dados e o pedido. Pois bem, fiquei aqui, só aguardando a doce ligação.

Duas horas depois, nada! Então, um colega fez o convite: Van, vamos pedir chocolate? Opa, tô dentro!

O chocolate chegou, comi e me liga o America falando que o entregador estava no 16º andar me esperando. Como assim 16º? Eu estou no 14º e vocês nem me ligaram para confirmar nada!

A menina do America que estava no telefone quase me deixou doida. Ela dizia que o entregador estava aqui e eu não via! Será que ele era invisível?. Tive uma crise de identidade. Era o entregador dizendo que falou comigo (por que ele não entregou o meu bolo então? E por que eu não me lembro de ter falado com ele?), que estava no meu andar me esperando, que tinha quadros no hall (nunca vi quadros no hall do escritório) e mais um monte de coisa. Ficou uma meia hora assim. Eu falava que estava no 14º andar e, cada vez que o pessoal do America ligava, eles me passavam um número diferente.

Resultado, eles cancelaram o pedido e eu só não fiquei desesperada porque estava fora da TPM.