Revendo minha teoria sobre a Lei de Murphy

Sempre me considerei a musa inspiradora da Lei de Murphy. É sempre na minha vez que o caixa dá problema; entro numa empresa e, quando chega a hora de reajustar meu salário, a política é revista e fico de fora; minha meia sempre encontra um prego para rasgar; as pessoas que me atendem estão sempre em treinamento e eu com pressa; meu carro sempre dá problema nas horas impróprias; e por aí vai…

Porém, esse final de semana, tive que rever minha posição graças a Rubens Barrichello. PQP, que cara azarado!

O cara nunca deu sorte na carreira, vamos combinar!? Se um carro quebra, é o dele; se existe uma possibilidade de o pneu furar, nem adianta rezar, porque o dele fura…

Não satisfeito com o desastre próprio, o bonito resolveu espalhar sua onda de azar entre os amigos e foi lá fuder com a vida do Felipe Massa.

É foda, né? Agora, além de ser lembrado como o piloto que sempre quebra e nunca vence, Rubinho também será eternizado como o dono do carro que soltou a mola que quase acabou com a vida do Massa. Coitado, eu tenho pena.

Brasil-sil-sil-sil!

Anúncios

Dores de Amores

Na semana passada, fui conferir a peça de uma das atrizes mai fofa com quem trabalhei na Arteplural, Melissa Vettore.

Dores de Amores está em cartaz no teatro Frei Caneca e, além de Mel, tem no elenco o divertido Otávio Martins. A peça mostra uma noite de um casal e uma discussão que sai do nada para o lugar nenhum, mas que não deixa de ser mega engraçada.

Traições, sexo, rotina e outros assuntos fazem parte de uma gostosa D.R. que me levou à risada em vários momentos. Os dois levam para o palco a intimidade de vários outros casais. Dá até um certo incômodo quando nos reconhecemos em diversas cenas.

O mais divertido de da noite foi ver Melissa Vettore, o ser mais fofo e educado que já conheci, se soltando e falando expressões como “pau mole” e “quero comer sua bunda”.

Vale o programa. As risadas compensam cada real investido no ingresso.

Inovação

Constantemente, falo sobre inovação no trabalho, muito por conta dos meus clientes no escritório de assessoria de imprensa onde trabalho.

Inovar é algo que tem que estar presente em relacionamento, empresas, pessoas e artistas.

Hoje, ouvi uma entrevista de um maestro brasileiro, Julio Medalha, que falava sobre isso. O tema era Michael Jackson (gente, ninguém deixa o espírito do homem descansar) e ele falava sobre a busca dele de sempre trazer algo novo nos seus clipes, na sua música.

Achei muito interessante ele citar isso e comparar essa busca constante de alguns artistas americanos com os artistas brasileiros. O maestro comentou que os nossos artistas se repetem muito e ficam esgotando suas fórmulas ao longo dos anos em busca de um resultado já conhecido.

Concordo. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Roberto Carlos e Rita Lee (para citar alguns) vivem de fazer mais do mesmo. Me cansa um pouco. Às vezes, me parece preguiça.

É por isso que gosto tanto de Madonna. A cada disco, ela busca produtores vanguardistas e novidades. Suga esses artistas e tenta extrair o melhor para a sua música, sem perder sua identidade.

Acredito que ainda temos muito o que aprender. Não é ruim pensar em fazer música para vender. Afinal, essas pessoas vivem disso.