Degustando vinho

Dando continuidade à minha nova diversão, comecei um curso rápido de iniciação à arte de degustar vinhos há algumas semanas.

Fazer um curso por prazer é uma novidade para mim e estou adorando a experiência de aprender só para guardar na memória e aprimorar meu conhecimento.

Mas confesso que, apesar de estar curtindo a experiência, tem horas que me pergunto se gosto é algo que a gente aprende.

Explico: na aula sobre degustação, aprendemos a usar uma tabela onde damos notas para cada uma das particularidades do vinho, incluindo detalhes dos aspectos visuais, olfativos e gustativos.

Ok, ok, eu já aprendi que vinho é algo que foi feito para ser apreciado com uma comida e realmente o sabor se altera quando a dupla anda junto.

Mas, existem alguns vinhos que as pessoas avaliam como maravilhosos, já que os seus taninos, acidez e tudo mais estão harmonizados. Alguns desses exemplares não se encaixam no meu paladar iniciante, confesso.

Às vezes, um desequilíbrio encaixa perfeitamente na minha boca imatura. Um bom exemplo disso é o Cabernet Sauvignon da Casa Valduga. Frutado, suave e com gosto de álcool ainda aparente, ele cai redondo quando chego em casa cansada ou quando quero jogar conversa fora com os amigos.

Um dia, quem sabe, meu paladar fica maturado e começo a me encantar pelos “vinhões” e gastar pequenas fortunas em uma garrafa dessa… Por enquanto, as notas atribuídas a cada uma das características, ainda não me servem de guia.

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