Quiche integral

Por conta de todo um histórico familiar e na tentativa de continuar comendo massa sem engordar muito, tenho tentado usar farinha integral em algumas receitas além do pão integral que faço. Vou confessar que é um pouco mais complicado trabalhar com ela, mas o sabor me agrada muito.

Alguns dias atrás, me bateu um peso na consciência pelo excesso em dias anteriores e resolvi fazer um almoço light: quiche de espinafre e ricota. Para a massa, fui de farinha integral misturada com a farinha branca e o resultado ficou excelente.

Os ingredientes da massa foram:
1 xícara de farinha de trigo branca
1 xícara de farinha integral
1 pitada de sal
125g de manteiga gelada em pedacinhos

Misture tudo com as mãos mesmo. A massa fica quase uma farofa e, por isso, para dar liga, usei um pouco de água. Depois, espalhei por uma forma de uns 25 cm, redonda.

Para o recheio, usei:
1 maço do espinafre refogado com um pouco alho
200 g de ricota
1 lata de creme de leite light
sal a gosto
1 ovo

Misture tudo isso em um tigela e coloque por cima da massa. Coloque um pouco de queijo ralado em cima. Leve para assar em forno médio até que em cima esteja dourado, o que deu cerca de 30, 40 minutos.

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Cupcake de banana com canela

Gostei de fazer cupcakes. Ainda mais agora que eles saem super bonitinhos e não a desgraça que saíram da primeira vez. Estava com vontade de fazer alguns de banana e canela (para aproveitar a banana que comprei na empolgação) e achei algumas receitas que fiz um bem bolado.

200 g de margarina ou manteiga sem sal em temperatura ambiente
1 xícara de açúcar
2 ovos
1 colher de sopa canela em pó
10 colheres de sopa de leite
2 xícaras de farinha de trigo
2 colheres de chá de fermento em pó
2 colheres de café de bicarbonato de sódio
4 bananas maduras (pode ser da prata)
1 banana para decorar
Açúcar para decorar
Canela para decorar

Com um garfo amasse 4 bananas e reserve. Pré-aqueça o forno em temperatura média e, enquanto isso, bata na batedeira a manteiga e o açúcar por 30 segundos, acrescente os ovos e bata por mais 30 segundos

Acrescente a canela, o leite e mexa com uma colher. Coloque em seguida a farinha, o fermento, o bicarbonato e bata. Depois disso, misture a banana amassada na massa.

Coloque as forminhas de cupcake dentro das formas de metal e com uma colher coloque um pouco da massa, cerca de 2/3 da forminha de papel
Corte a outra banana em rodelas finas e coloque em cima da massa para enfeitar com um pouco de canela. Depois dos cupcakes assados, salpique açúcar (eu usei de confeitero) e canela em cima para dar uma graça.

O melhor dessa receita é o cheirinho bom que fica na casa quando ele está assando. Uma dica é comê-lo quentinho porque é muito mais gostoso.

Sobremesa rápida

Semana passada, resolvi que ia montar uma refeição completa em casa. Entrada, prato principal e sobremesa. O último item juntou algumas dicas que vi em blogs e a disponibilidade de algumas coisas que estavam dando sopa em casa. E o resultado ficou bem bom.

É uma ótima para receber alguém em casa de última hora.

Vamos ao ingredientes:

– 1 caixinha de leite condensado
– 2 ovos
– 2 bananas
– 1 maçã
– canela em pó e em pau
– macadâmia
– 2 colheres generosas de creme de avelã
– 3 gotinhas de essência de avelã

Primeiro, você bate (na mão mesmo) o leite condensado com os ovos. Quando a mistura estiver bem homogênea, junte a essência. Divida esse creme em 4 potes de uns 10 cm de diâmetro.

Em dois deles, coloque a banana picada e cubra com uma generosa colher de creme de avelã. Nos outros dois, coloque fatias de maçã, cubra com macadâmia picada e canela. Leve os potes ao forno, temperatura de uns 180º por cerca de 40 minutos, mais ou menos. A idéia é que o o creme fique com uma consistência bem próxima do pudim.

Minha dica é servir bem quentinho.

Queijos

Além do shimeji, outro ingrediente pelo qual sou apaixonada é o queijo. Toda receita que tem queijo fica boa. Pode reparar. É muito difícil acontecer o contrário.

Por indicação de uma amiga, virei cliente há um tempo de uma loja que tem no Mercadão de SP, a Cruzília. Toda vez que eu vou lá, volto com estoque para, no mínimo, 3 semanas.

O mais legal é que eles têm um preço bem mais em conta do que em mercados. Além de produtos da marca própria, a loja também vende outros.

Os meus prediletos são as mussarelas defumadas com algum temperinho. As donas do meu coração são as mussarelas com orégano e alho. É simplesmente sensacional para fazer sanduíche, comer puro, colocar em omelete, fazer canapé…

Eles também possuem uma linha própria de Gorgonzola (uma delícia para comer tomando vinho do porto), Gouda, Estepe e outros.

Se você estiver em São Paulo, aproveite para fazer uma visita ao Mercadão e se divertir não só com essa, mas com outras várias lojas. O melhor de tudo é poder provar tudo antes de comprar.

Para achar onde comprar Cruzília, basta clicar aqui

Minha panela de ferro

Bom, desde que comecei a cozinhar com mais frequência, tenho comprado alguns brinquedinhos para me ajudar na tarefa. Tenho um sonho de consumo que, como diz o Fernando, vai ser difícil acordar e encarar a realidade: uma caçarola Le Creuset, a grife da cozinha! Segundo ele, a panela é tão cara que, se eu comprar, ele não lava mais a louça com medo de colocar a vida em risco. hehehehe

Por enquanto, vou com as minhas Panex mesmo. Mas, outro dia, tinha uma promoção no Privalia (um desses clubes de compras da internet) de uma marca chamada Casa Moda. E eles tinha uma panela de ferro por 1/8 do preço da Le Creuset. Bom, não tem tu, vai tu mesmo, certo?

A danada da panela chegou é bem da bonitona até. Vermelha, esmalte com algumas imperfeições, mas ok. E, para estréia dela no meu fogão, resolvi fazer o meu prato predileto: risoto. Inventei uma receita eu mesma e mandei ver.

Anote os ingredientes:

– 1/4 de cebola bem picada
– 2 xícaras de arroz arbório
– Uma colher bem cheia de manteiga
– 1 litro de água fervendo para dissolver um tablete de caldo de legumes
– 200g de brie
– 2 colheres bem cheias de mel
– alecrim

Para fazer é bem simples: refoque a cebola na manteiga (pode acrescentar um fio generoso de azeite para dar um aroma mais gostoso e não queimar a manteiga). Quando a cebola estiver transparente, acrescente o arroz (ah, aprendi que não deve lavar arroz para risoto, viu?!) e refogue mais um pouco. Depois, vá acrescentando bem devagar o caldo de legumes. Sempre que a água estiver secando, coloque mais uma concha. Faço assim até ir formando uma espécie de um creme (nunca sobra caldo de legumes comigo). Teste o ponto do arroz: ele não pode ficar muito duro, nem muito mole. Aí, misture o brie cortado em cubinhos, o alecrim e o mel. Deixe o queijo derreter e voilà, está pronto!

Modéstia completamente esquecida, ficou algo divino e a panela foi aprovada em seu primeiro teste!!! Queria ter colocado um pouco de vinho branco, mas estava sem em casa. Porém, ele não fez falta.

Meu primeiro feijão

Como boa carioca que sou, tenho verdadeira paixão por feijão preto. Se eu pudesse, comeria todos os dias. Mas tem que ser preto. Não me venha com outra espécie de feijão que não vai rolar.

Desde que sai da casa dos meus pais, só como feijão preto às quartas ou quando visito minha mãe e ela faz. Como em casa sempre faço uns pratos mais diferentes, nunca tinha cozinhado feijão.

Estimulada pelo posta da Juliana, do Sem Pressa e pela vontade incontrolável de bater um prato de pedreiro com arroz e feijão, dei às caras e me arrisquei no último feriado.

Posso dizer que ficou bem gostoso e bem próximo do que comia em casa, mesmo com a mama gorando que não daria certo porque não deixei a carne de molho um dia antes.

O que eu usei:

– Cerca de 1/2 kg de feijão,
– 1 e 1/2 paio
– Uns 300 g de carne seca

Para fazer, coloquei a carne e o paio na água e deixei ferver. Joguei a água fora e repeti o processo. Aí, joguei a água fora de novo e peguei os grãos de feijão (que estavam de molho), juntei com as carnes na panela de pressão e cobri de água até uns 3 dedos acima de onde estavam os grãos e a carne. Temperei com cebola em flocos e pimenta-do-reino (não usei sal por conta da carne ser salgada o suficiente), além de colocar um pouco de ajinomoto e duas folhas de louro.

Deixei cozinhar por cerca de uma hora, abrindo a cada 20 minutinhos. Quando ele estava quase pronto, fritei bacon em tirinhas bem pequeninas, alho e joguei dentro da panela.

Servi com couve manteiga refogada, arroz e farofa (pronta mesmo). O Fernando ainda acrescentou umas pimentas biquinho para dar uma graça no prato dele.

Comi que nem menino! No dia seguinte repeti e estou pensando em fazer um caldinho (tipo os de boteco) com o restante que está congelado.

Torta de salmão e agrião

Realmente os livros que ganhei têm sido bem utilizados. Já que estamos no meio de um feriado, resolvi postar algo simples e bem gostoso de fazer. Eu me dei férias da cozinha nesses dias porque estou curtindo as opções do Restaurant Week.

Fiz essa receita há alguns dias porque ela une duas paixões: salmão e massa folheada. Ainda não me considero apta para fazer a massa em casa, por isso, recorri ao supermercado. Comprei um pacote de massa que vinha com 10 folhas pequenas e me renderam 4 porções individuais.

Para o recheio, usei cerca de 600 g de filé de salmão, um pote de 150 g de cream cheese e um pouco mais de 1/2 maço grande de agrião.

Para preparar, basta lavar o agrião e picar as folhas. Misture com o cream cheese e reserve. Tempere o salmão com sal e pimenta-do-reino. Numa assadeira média, polvilhe o fundo com farinha de trigo. Coloque uma folha de massa, 1/4 do filé de salmão e 1/4 do creme de agrião. Cubra com outra parte de massa. Repita o processo 4 vezes. Para dar uma graça, pegue as duas folhas de massa restantes, corte ao meio e faça uma cobrinha para decorar.

Bata um ovo e pincele em cima da massa para deixar mais dourado. Leve em fogo médio por cerca de 30 minutos.

Tire do forno e suspire. O cheirinho que fica na casa é sensacional e o sabor da receita é muito suave, com os ingredientes combinando de maneira perfeita. Servi somente com uma saladinha de tomates, coberta com orégano e azeite. Mas deve ficar bom com purê de batata, arroz, batata souté também.

2 receitas, um post

Neste último final de semana, resolvi testar uma das receitas do Cooking, um dos livros de culinária mais legais que eu conheço. Como fui ao Mercadão comprar queijo e temperos, optei por um prato que tivesse pelo menos uma das comprar. Resultado: couve-flor gratinada.

Ingredientes:
1 couve-flor
sal e pimenta-do-reino
100 g de farinha de rosca

Para o molho:
30 g de manteiga
3 colheres de farinha integral
1 1/2 colher de mostarda em pó
450 ml de leite
125 g de queijo ralado

Separe a couve-flor em pequenos ramos e cozinhe até ela ficar tenra. Tire do forno e jogue água fria em cima para para o cozimento. Vamos ao molho: derreta a manteiga, acrescente o trigo e a mostarda. Mexa até formar uma pasta. Desligue o forno e acrescente o leite. Continue mexendo até ficar bem misturadinho. Volte para o fogo e deixe engrossar. Quando estiver pronto, misture cerca de 100 g do queijo e mexa bem. Jogue por cima do raminhos de couve-flor, coloque a farinha de rosca e o restante do queijo por cima e leve ao forno até dourar.

Para acompanhar, fiz um quibe de forno recheado.

Ingredientes do quibe
500 g de carne moída
2 xícaras de farinha de quibe
2 colheres de hortelã
sal e pimenta-do-reino a gosto

Para o recheio, usei 2 pacotes de ricota de muçarela de búfala, um punhado de cebola granulada desisdratada e umas pitadas de pimenta calabresa desisdratada também.

Deixe a farinha de quibe hidratando por cerca de 1h30. Depois, junto todos os ingredientes da massa com a mão mesmo. Coloque metade numa travessa untada com manteiga, recheio e o restante do quibe. Leve ao forno médio até que você perceba que o quibe começou a secar e ficar com uns risquinhos mais escuros em cima.

Servi também com o molho de coalhada que postei aqui.

Esses meus livros novos estão rendendo receitas bem interessantes. Acho que vou ficar uns 3 anos para fazer tudo. =D