Atualização do cheesecake

Lembra que eu falei aqui que ia tentar fazer a receita do cheesecake de novo? Pois bem, tentei e deu super certo!

A medida que usei de gelatina foi metade de um pacote. A consistência da massa de queijo fica perfeita com esse tanto. E, definitivamente, o sabor fica muito melhor usando a ricota e não o creme de leite. Como a Nutella é bem doce e usei uma geléia de cereja em cima, não usar o creme de leite deixa a massa de queijo menos doce.

Não esqueçam de seguir os passos das receitas sempre!

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Para um jantar light

Outro dia queria fazer uma jantar gostoso, leve, mas estava morrendo de preguiça de sair de casa e ir ao mercado. Abri a geladeira e lá estavam a abobrinha, dois filés de Saint Peter (um peixe branco mais barato que Pescada Branca e tão sensacional quanto) e shimeji.

Decidi que o prato principal seria o filé de peixe assado no forno e com um molho de mel, mostarda e páprica. Temperei o peixe com meio limão, sal e pimente do reino. Levei ao forno. O tempo varia entre 20 e 30 minutos. Por cima do peixe, coloquei um molho feito com 50 ml de azeite, quatro colheres de mel, 2 colheres de mostarda e duas colherinhas de café de páprica. Quando o peixe estiver pronto, é só jogar esse molhinho em cima.

Para acompanhar, improvisei um refogado de abobrinha com shimeji. Refoguei 200 g de shimeji, coloquei uma colher de sobremesa de shoyu e, quando o shimeji estava bem próximo do ponto, juntei uma abobrinha pequena ralada. Coloquei um pouco de queijo ralado e uns pedacinhos de azeitona e pronto, meu jantar leve estava ali!

O sabor dos dois juntos pegou muito bem. E o molhinho deu o tempero e a graça que a combinação pediu.

Sempre siga as regras de uma receita

A Maria, uma amiga minha, faz um cheesecake que é simplesmente divino. Assim, de comer ajoelhada e rezando. Ele é de Nutella com geléia de Framboesa (ou amora, pêssego, cereja… aquela que você quiser). Me apaixonei por ele só de ver a foto. Depois que comi, virei sua fã número 1. Meu carinho pela Maria aumentou ainda ainda mais também. hehehe

Junto com a receita dessa maravilha também veio um aprendizado: NUNCA ACHE QUE AQUELE PS É EM VÃO! Resolvi testar a receita em casa. Ficou gostoso, mas o recheio que dá nome à sobremesa poderia ter dado mais certo não fosse uma negligência minha.

Anotem a receita correta: para a massa, use dois pacotes de biscoitos maizena triturados no liquidificador e misturados com 200 gramas de margarina sem sal. Espalhe no fundo e em metade da lateral de uma forma de fundo removível e leve uns 10 minutinhos no forno.

Para a massa de queijo, use 1 lata de leite condensado, 1 pote de cream cheese, 1 ricota (que pode ser trocada por uma lata de creme de leite, coisa que eu fiz, mas recomendo usar a ricota pela consistência e sabor) e um pouco mais da metade de um pacote de gelatina sem sabor dissolvida. Tudo batido no liquidificador. Foi nessa parte que errei. Eu usei o pacote inteiro da gelatina, o que deixou a massa bem gelatinosa e plastificada, apesar de ficar gostosinha.

Para cobrir o cheesecake, você pode escolher a geléia do seu sabor predileto e dividir o espaço com Nutella. Se você seguir as dicas da minha amiga Maria (coisa que eu não fiz), não terá problemas de aderência da Nutella e da geléia com a parte de queijo, do contrário…

Mas olha, mesmo com o meu erro, a sobremesa ficou gostosa e estou pensando em repetir o doce no Natal, seguindo todas as sábias observações da Maria. Volto só para dizer se deu certo, ok?

Para agradar aos pequenos

Sempre cozinhei para gente grande. Nunca fiz comida para gente pequena. Descobri esses dias que esse público me deixa bem mais insegura com as panelas. Um pequenino chamado Lucas (falo dele aqui) foi o autor da minha crise de insegurança há alguns dias.

Marquei um almoço com os pais deles e fiquei de cozinhar. Aí, me bateu a dúvida: que prato fazer para agradar os pais do Lucas e o próprio? Liguei para a Mayra, mão do cidadão em questão para perguntar do que ele gostava. A resposta foi: qualquer coisa que leve linguiça. Já sabia que os verdes não faziam muito sucesso. Com isso em mente, parti para a pesquisa nos livros e pedi a ajuda da Camilla, do Na Minha Panela pelo Twitter.

Foi daí que tirei uma pista: Torta de Batata com linguiça frita. Simples, fácil de executar e com o ingrediente necessário para ganhar a freguesia em questão. Achei uma receita bem legal e com um toque de adulto no Larousse da Cozinha Prática e dei umas pitadas por conta própria.

8 batatas médias bem cozidas
450 ml de leite
30 g de manteiga
Alecrim a gosto
Sal

Esses ingredientes acima usei para fazer o purê. Cozinhei as batatas, amassei, misturei com o leite, a manteiga, o alecrim e o sal até dar o ponto (um pouco mais mole do que o purê normal) e reservei. Depois disso, peguei umas 15 linguiças daquelas bem fininhas, cortei em tirinhas e levei ao fogo com um pouco de cebola e fritei.

Metade do purê foi na parte de baixo de uma travessa alta, no meio a linguiça e, em cima, o restante do purê. Cobri com queijo ralado e um pouco de farinha de rosca e levei ao fogo para gratinar.

Quem quiser dar um toque mais adulto no prato, o livro sugere um molho para acompanhar: frite meia cebola bem picadinha em 3 colheres de azeite. Quando a cebola estiver transparente, acrescente 300 ml de suco de maçã, 200 ml de vinho branco e 3 colheres de mostarda Dijon. Deixe ferver e engrossar um pouco de nada. Está pronto o molho que meu lado criança disse não, obrigada. A sugestão do livro é que o molho use cebola roxa. Mas, como não tinha, usei a normal mesmo.

O engraçado é que, depois de tanta preocupação, o Lucas estava manhoso no dia e acabou não almoçando. Mas, segundo os relatos da mãe dele, ele comeu e repetiu o prato na janta. Ou seja, missão cumprida e o meu coração satisfeito, afinal, gostar de cozinhar é ver o sorriso no rosto das pessoas que provam sua comida!!!