Chili

Eu tenho algumas fases para comida. De tempos em tempos, costumo encrespar com uma receita, um ingrediente… e dessa vez, estou viciada em chili. Só que estava somente comendo em restaurantes. Todas as receitas que tinha visto, pareciam ter muitos processos e estava com uma certa preguiça.

Aí, num belo dia, acordei atacada e resolvi que iria tentar. Misturei a receita de um amigo com algumas que achei na internet e dei um toque pessoal. Eis aqui o resultado.


 
500 g de carne da sua preferência (usei coxão mole)

500 g de feijão cozido (carioquinha)
1/2 cebola grande ou uma média inteira picada
4 dentes de alho
1/2 pimentão vermelho beeeeeeeeeem picado (eu troquei o pimentão natural por duas colheres de um pó de pimentão doce que tinha aqui para provar)
1 lata de tomate pelado
1 lata de 130g de extrato de tomate
150 g de cheddar processado
pimenta branca moída a gosto
pimenta-do-reino preta moída a gosto
duas colheres de molho de pimenta
coentro picado a gosto
Primeiro, refogue a cebola, o pimentão e o alho. Aí, coloque a carne e deixe ela cozinhando até perder todo o tom rosado. Tempere com o sal e as pimentas moídas (deixe o molho para colocar no final para você checar se precisa ou não ficar mais picante para o seu gosto) e misture. Acrescente o extrato de tomate e o tomate pelado, misture bem, amassando os tomates que estão inteiros. Deixe cozinhar até engrossas e acrescente o feijão. Quando começar a ferver, coloque o cheddar e mexa até que ele derreta. Aí, complete com o molho de tomate e coentro de acordo com o seu gosto.
Servi com nachos e também fiz guacamole para completar o cardápio mexicano da noite.

Bolo de abóbora com com cocada cremosa

Sabe aquelas receitas que você vê uma foto e não tira a imagem da cabeça? Pois bem, a Revista Casa e Comida tem um concurso anual chamado Receitas de Família e uma das vencedoras desses ano conseguiu despertar lombrigas que eu desconhecia a existência na minha barriga. É simplesmente o bolo mais apetitoso que já vi na minha vida até agora: bolo de abóbora com cocada cremosa.


E não é só na aparência que ele é maravilhoso. Ele é muito saboroso também. Obrigada à pessoa que compartilhou essa receita com a revista e você realmente mereceu o prêmio.

Os ingredientes da massa são:

  • 4 ovos
  • 270g de abóbora crua (usei aquele de pescoço)
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1 xícara de óleo de milho ou canola
  • 1 colher de fermento

Bata no liquidificador a abóbora crua (não preciso reforçar que é sem semente e casca, né?), o óleo e um ovo. Em uma batedeira, bata as três claras dos ovos restantes, em velocidade média, até ficar firme, porém, sem ressecar. Coloque as gemas, o açúcar e continue batendo até virar uma mistura fofa. Aí, ainda em velocidade média, vá acrescentando parte da farinha e parte da mistura do liquidificador aos poucos (repita o processo 2 ou 3 vezes). Adicione o fermento e mexa com a ajuda de uma colher. Despeje a massa em uma forma de 45 cm redonda, untada e enfarinhada. Leve ao forno preaquecido (200 graus) por cerca de 50 minutos ou até o palito sair seco (no meu, isso aconteceu com uns 70 minutos).

Enquanto o bolo assa, você prepara a calda. Ela leva:

  • 200 ml de água
  • 3 colheres de açúcar
  • um punhado de cravos (cerca de uns 8)
  • 2 canelas em pau

Dissolva o açúcar na água, acrescente o cravo e canela e leve ao fogo. quando começar a ferver, deixe por 2 minutos e desligue. Deixe esfriando.

Para cobertura de cocada você vai precisar de:

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher de manteiga
  • 200g de coco ralado
  • 2 xícaras de leite

Derreta a manteiga em fogo médio, acrescente o leite condensado e o coco. Misture até engrossar. Nesse momento, você despeja o leite. Continue mexendo até que essa mistura atinja uma textura cremosa e o leite evapore. Lembre que, quando esfriar, a cocada endurece um pouco, ok?

Para montar o bolo, o ideal é que ele esteja frio. Com um garfo, faço furos em toda superfície e despeje a calda. Aí, é só colocar a cocada em cima, espalhando com a ajuda de um garfo, para ficar com uma aparência homogênea. O bolo é ultra fofo. E o sabor do cravo dá um contraste incrível com o doce da cocada.

Cozinha da Doidivana

Todo mundo sempre diz que o melhor da casa para bater um papo é a cozinha, certo? Eu vejo isso na prática. Adoraria ter uma cozinha enorme, mas a realidade é o contrário disso. Ela é pequena, cabe poucas pessoas e eu vivo esbarrando comigo mesmo dentro dela. Porém, toda vez que recebo alguém e tenho que preparar algo durante a visita, todo mundo fica lá, apertadinho passando calor.

O Sesc Ipiranga, junto com a escritora Ivana Arruda Leite, pegaram esse conceito e o aplicaram no projeto Cozinha da Doidivana, que teve início no ano passado. Uma série de convidados (a primeira etapa, em 2014, contou com nomes como Michel Laub, Marcia Tiburi, Rodrigo Lacerda, Índigo, entre outros ) serão recebidos e conversarão com Ivana enquanto ela prepara um dos seus pratos escolhido especialmente para cada figura do evento.

Somente 24 pessoas participam por vez. Além de poder interferir no bate-papo, a plateia também saboreia o cardápio da noite. Incrível, né?

Quem tiver interesse, o site do Sesc tem mais informações. O evento começa no próximo domingo, dia 26 de abril, com os escritores Lourenço Mutarelli e Lucimar Mutarelli. O menu da noite será Baião de Dois.

 

 

Dois anos de Clarice

Com três meses de atraso, venho compartilhar a receita que escolhi para comemorar os dois anos da Clarice. Durante todo o primeiro ano dela, fiz um bolo para celebrar cada mês alcançado. E decidi que iria repetir esse ritual a cada ano. Perto da data, ela mesma já deu pista do que queria: algo com maçã.

Nesse segundo ano de vida, Clarice se tornou uma companheira ainda mais presente na minha vida. Mudei de trabalho e, motivada por ela, priorizei qualidade de vida e felicidade em vez de bens materiais. Com isso, fortalecemos nossos elos, ficamos mais próximas ainda. Parece que ela aumentou a cola e viramos dois grudinhos.

Perto do aniversário, Clarice começou a ver Caillou (aka o desenho com a música de abertura mais mala de todos os tempos) intensamente. Em um dos episódios, ele comia uma torta de maçã e Clarice pedia sempre um doce de maçã. Foi assim que surgiu a ideia para o sabor do bolo de dois anos.

Seguindo o conceito dos bolos do primeiros ano, procurei algo bem caseiro e tranquilo para comemorar. E queria algo prático também. Achei no site da GNT uma opção super bacana. Os ingredientes:

  • 3 ovos
  • 1 xicara (chá) de óleo
  • 2 xícaras (chá) de açúcar
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 4 maçãs descascadas
  • 1 colher (sopa) de fermento
  • Canela
  • Nozes (moídas no pilão)
  • Uvas-passas

Descasque a maçã e a corte em cubinhos. Guarde as cascas. Elas vão junto com os ovos,  o óleo e o açúcar no liquidificador. Em uma tigela, misture a farinha de trigo, o fermento e a canela. Depois, acrescente a mistura do liquidificador, mexendo aos poucos. Acrescente os cubinhos e mação, as nozes e as uvas e leve essa mistura para uma forma untada e salpicada com farinha. Eu coloquei um pouco da canela nessa mistura só para dar uma graça a mais. Leve ao forno (algo em torno de 220 graus) por cerca de 40 minutos ou até que o palitinho saia seco.

A pequena ficou super feliz com o bolo de maçã igual ao do Caillou.

 

Clarice cortando o seu bolo de maçã igual ao do Caillou

Clarice cortando o seu bolo de maçã igual ao do Caillou

O último bolo de mês e o primeiro de ano

Há um ano atrás, decidi que iria comemorar todos os 12 primeiros meses da Clarice. E, para cada um deles, faria um bolo eu mesma. A ideia era unir os ingredientes com alguma lembrança daquele mês e me sentir realmente fazendo algo para ela, por ela. E com essa receita, chega ao fim o meu compromisso mensal. Mas resolvi que, além da festinha, farei eu um bolo para comemorar cada um dos aniversários e poder contar a história dos últimos 365 dias. 

2013 foi um ano intenso. Chegou com o nascimento da Clarice e veio com um turbilhão de mudanças. Eu, que sempre fui adaptada à rotina, estou aprendendo (sim, no gerúndio) a viver sem ela, porém, mantendo o mínimo de regra para não virar uma doida. Clarice tornou esse processo suave. A falta de rotina com ela foi sinônimo de felicidade, descobertas e uma conquista de segurança que nunca tive, bem como uma limpeza do que é importante ou não para a minha vida. Quem segue são aqueles que realmente estão afim de contribuir e somar. A faxina só começou.

Foi por isso que escolhi um bolo de abacaxi para esse último mês do primeiro ano. O abacaxi é ácido, mas se bem preparado, fica doce e deixa aquele frescor na boca. Assim foi o meu primeiro ano de mãe: fatores externos tentaram deixar minha vida ácida, mas minha bebê soube dar o tempero doce que eu precisava. 

Vamos à receita?

Ingredientes
. 4 ovos
. 1 e ½ xícara (chá) de açúcar
. 1 xícara (chá) de suco de abacaxi concentrado
. ½ xícara (chá) de óleo
. 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
. 1 colher (sopa) de fermento em pó
. 2 latas de abacaxi em calda escorrido e cortado em cubos

No liquidificador, bata os ovos, o açúcar, o suco de abacaxi e o óleo. Transfira a mistura para uma tigela, junte a farinha de trigo e o fermento em pó peneirados. Acrescente metade do abacaxi em cubos e misture. Coloque em uma assadeira untada com margarina e polvilhada com farinha de trigo. Leve para assar em forno pré-aquecido a 200°C durante 30 minutos ou até dourar. Deixe esfriar totalmente e desenforme. Antes de servir decore com o restante do abacaxi. Eu ainda salpiquei coco ralado para dar uma graça a mais.

 

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Bolo formigueiro, pintinhas e 11 meses

Você já ouviu falar da quinta doença? Pois é, eu também não até esse último mês. Clarice teve isso que dizem que é uma prima da catapora, porém muito mais leve.

Num belo dia, ela acordou toda pintadinha. Levamos ao hospital e o diagnóstico foi enfático: catapora! Para tirar a dúvida, fomos ao pediatra no dia seguinte e ele nos apresentou à danada da quinta doença. Mesmo mais branda que a catapora, essa coisa me deixou com dó da pequena que tinha pintas vermelha pelo corpo inteiro e que parecia se incomodar de vez em quando.

Por isso, para comemorar os 11 meses (que também trouxeram dois dentinhos) e a descoberta de coisas novas que a Clarice me proporciona, resolvi ir no fundo do baú e fazer um bolo formigueiro. Comi muito dele quando era pequena.

Ingredientes
– 2 xícaras de farinha de trigo
– 2 xícaras de açúcar
– 1 xícara de leite
– 4 ovos
– 1 xícara de óleo de milho
– 1 colher (sopa) de fermento em pó
– 1 xícara de granulado de chocolate
– 1 xícara de coco ralado

No liquidificador, coloque os ovos e o óleo, de preferência, o de milho, que dá mais leveza para a massa. Em seguida, acrescenta o açúcar e o leite.
Numa tigela, misture farinha, o granulado e o coco ralado. Depois de misturar, coloca a parte líquida e bate um pouco mais.

O fermento vai por último porque não pode bater. A forma de 30 centímetros untada é polvilhada com açúcar e um pouco de farinha de trigo. Depois de colocar a massa na forma, deixe no forno a 180 ºC por 35 a 40 minutos. O bolo formigueiro fica alto e dourado por fora. Ao cortar, você já sente a maciez e vê os pintadinhos de chocolate.

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Bolo de carne da Nigella

Quando falamos de astros de programas de culinária, Nigella é a minha predileta. Gosto dos outros, mas acho as receitas dela mais simples e ela não usa ingredientes muito distantes da nossa realidade – apesar de abusar da gordura típica dos países mais frios.

Mesmo com todos os escândalos em que ela está envolvida, minha admiração não diminuiu. Afinal, atire a primeira pedra quem nunca cometeu um erro ou teve problemas de relacionamento. Foi do último livro dela lançado no Brasil que tirei a receita desse post: bolo de carne.

O desafio que eu tinha era agradar ao marido da minha prima. Danilo só gosta de carne vermelha, mas não pode ter molho. É cheio de detalhes nas suas preferências gastronômicas. E eu sempre fico tensa porque gosto de agradar as pessoas para quem cozinho (ainda mais se elas são muito queridas). A escolha também tinha que casar as preferências dele com o paladar infantil da Jana, que adora uma comida de criança!

Os ingredientes para o prato escolhido:
900g de carne moída
2 cebolas
4 colheres de manteiga
1 colher de molho inglês
4 ovos
Bacon em fatia
Sal marinho
1/3 de xícara de farinha de rosca

Para fazer, primeiro cozinhe 3 ovos. Descasque em água fria e reserve. Numa panela, derreta a manteria e frite as cebolas em cubinhos (eu sempre trituro no mix) com o sal até que elas comecem a ficar douradas e espere esfriar. Numa tigela grande, coloque a carne e misture com o ovo restante, o molho inglês e a farinha de rosca até que os ingredientes estejam bem incorporados. Coloque metade dessa massa de carne numa assadeira, formando uma caminha para que você acomode os ovos cozidos em cima. Cubra com o restante da carne e envolva esse bolo com bacon. Leve ao forno médio para alto por cerca de uma hora até que a carne comece a soltar um líquido transparente. E está pronto. Ao menos aqui em casa, as visitas aprovaram – até a Maria, filha do Dan e da Jana!

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Já dez meses?

Clarice começou a engatinhar de fato e deu mais um passo para sua independência. Acho que esse é o fato principal desse mês! Parece exagero, mas engatinhar é um passo enorme para um bebê. Ele começa a conhecer o “mundo” com suas próprias pernas e orientando a direção!

Isso é muito legal, mas é um puta tapa do tempo dizendo que ele está correndo mais do que devia. Mas só para contrariar os fatos, minha pequena, apesar da capacidade de se virar só, parece ainda mais apegada a mim. Quando estou em casa, ela me quer full time. E eu tento estar disponível, mesmo com outras obrigações. Por mais que a gente tema, a relação entre mãe e filho é muito forte para ser cortada. Ela apenas se molda conforme o tempo e circunstância.

E tem coisa com mais cara de mãe do que bolo de cenoura? Por isso escolhi a receita brasileira para comemorar o décimo mês da minha pequena.

Ingredientes:
Massa
3 cenouras médias em pedaços
3 ovos inteiros
1 copo (tipo americano) de óleo
1/2 copo (tipo americao) de leite
3 xícaras de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
Para a cobertura
5 colheres (sopa) de açúcar
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
2 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de leite

Preparo:

Massa
1º – Colocar no copo do liquidificador os ovos, o leite, o óleo e as cenouras picadas. Bater bem até obter um creme homogêneo.

2º – Despejar em uma vasilha e acrescentar o açúcar peneirado, mexendo aos poucos para incorporar bem.

3º – Em seguida, acrescentar a farinha de trigo peneirada, mexendo sempre com uma colher (não é necessário utilizar a batedeira).

4º – Por último, colocar o fermento e despejar em uma forma untada e enfarinhada.

5º – Levar ao forno preaquecido, em temperatura média (180º) por aproximadamente 30 minutos, até que esteja dourado por cima e desgrudando da assadeira.

Cobertura
1º – Em uma panela, colocar todos os ingredientes e mexer bem até levantar fervura.

2º – Espalhar sobre o bolo ainda quente, e quando esfriar vai formar uma casquinha.

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Segundo mês, segundo bolo

O tempo para cozinhar está escasso e as opções mais simples tem dominado o cardápio da casa. Mas me comprometi a parar para fazer um bolo de comemoração para cada mês que a Clarice complete!

E o segundo mês já chegou! Parece que foi ontem que vi a carinha mais fofa do mundo me olhando pela primeira vez.

O bolo escolhido para o segundo dia 21 desse primeiro ano veio num livro de receita da Havanna (a mesma do alfajor): bolo de iogurte com doce de leite.

Os ingredientes da massa são simples: 2 xícaras de farinha de trigo; 1 colher de sopa de fermento em pó; 200g de iogurte natural; 1/2 xícara de manteiga amolecida; 1 xícara de açúcar; e 4 ovos.

Peneire a farinha de trigo e o fermento e reserve. No liquidificador, bata os ingredientes restantes. Despeje essa massa na tigela com a farinha e mexa vagarosamente até que tudo esteja bem incorporado. Transfira para uma forma com buraco no meio untada com manteiga e enfarinhada. Asse em forno preaquecido a 200 graus por 45 minutos.

Depois de desenformar, espere esfriar e cubra com doce de leite (sem economia) e coco ralado.

O bolo ficou gostoso, mas acho que mexi mais forte do que a receita pedia porque a massa não ficou tão fofa. Mas é uma opção boa e simples para um café da tarde.

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Macarrão de atum ao forno

Fazia muito tempo que eu não visitava meus livros ou revistas para experimentar receitas novas. Só estava repetindo os mesmos pratos. Por isso também não atualizava o blog há tempos.

Esse final de semana resolvi consultar um dos meus livros prediletos, o Cooking, e tirei uma receita bem prática e gostosa: macarrão de atum ao forno.

A receita leva: 200 g de macarrão concha; 300 g de sopa de cogumelos (usei dois pacotes de Vono); 120 ml de leite; 200 g de atum (1 lata); 200 g de milho verde em conserva; 1 cebola picada; 1 pimentão vermelho picado; 4 colheres de salsa (prefiro o coentro); 115 g de queijo cheddar; e sal a gosto. Uma dica: eu triturei o pimentão e a cebola no mixer.

Cozinhe o macarrão por 2 a menos do tempo indicado na embalagem. Em outra panela, misture a sopa (siga a receita da embalagem) e o leite. Aqueça em fogo brando. Misture o atum, milho, pimentão, a cebola, a salsa e metade do queijo. Mexa até ferver.

Coloque o macarrão e o molho numa forma pequena, cubra com o queijo restante e leve ao forno médio por 30 minutos ou até que a superfície esteja dourada. Simples e rápido! Serve 4 pessoas bem!

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